Políticas sociais brasileiras na área da educação são referência internacional

Apesar de claramente podermos apontar alguns déficits em relação a educação no país, não é possível ignorar a quantidade de programas, projetos e formas de incentivar a educação através de políticas sociais.

E é exatamente essa visão de incentivo a educação, que pode ser melhor visualizada a partir de um olhar estrangeiro, que colocou o Brasil em destaque em relação as suas políticas sociais.

Quando falamos que o Brasil é referência internacional em questão de politicas sociais na educação, não estamos, nem de longe, ignorando outros problemas recorrentes na educação do país, mas sim enfatizando as propostas de mudança e melhoria.

De acordo com pesquisas que vem sendo realizadas e divulgadas desde 2015, o Brasil tem sido uma referência em relação a programas que incentivam a qualificação profissional e a diversidade social.

E quando mencionamos esse ponto, não podemos relacionar de maneira única a programas de transferência de renda, tais como o Bolsa Família, mas programas que promovem capacitação e acesso facilitado a educação.

Temos como um grande exemplo de projetos que objetivam essas finalidades o PRONATEC 2020, um programa que promove acesso a algumas das melhores instituições do ensino técnico do país.

O que nos leva a um segundo ponto: as novas tendências da educação. O Brasil, mesmo que ainda precise estabelecer melhorias no campo da escolarização, desenvolveu o Pronatec desde que o ensino técnico ficou em destaque.

E podemos trazer a tona ainda, a adaptação de programas como o Pronatec para diferentes modalidades de ensino. É o caso do PRONATEC EAD 2020que estará oferecendo capacitação a distância aos jovens para os mais variados cursos do mercado.

A atuação das politicas sociais na educação do país, não fica só limitada a criação de programas para qualificar os jovens, mas também a ferramentas específicas dentro dos próprios programas.

São as chamadas cotas, uma porcentagem de vagas dentro desses programas que devem ser destinadas a um público específico, desde estudantes da rede pública até pessoas com necessidades especiais.

Um outro ponto que pode ainda fortalecer a visão de fora que os países têm sobre o Brasil são as etapas posteriores a capacitação. Ou seja, a educação investe também para movimentar o mercado de trabalho.

Isso é possível através de programas que incentivam a prática do conteúdo teórico ensinado nas instituições. As escolas técnicas do Sistema S, por exemplo, promovem a experiência dentro da própria unidade.

Enquanto isso, outros programas como o Jovem Aprendiz, são responsáveis por destinar uma porcentagem das vagas de grandes empresas para jovens entre 14 e 24 que nunca tiveram a carteira de trabalho assinada.